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Um pouco de história da Indy 500

Posted by Thais Roland on quarta-feira, abril 10, 2013 in , , , , ,
Já tão próximos da nova temporada da Indy 300 no circuito do Anhembi, em Sampa, tenho aqui pra vocês um pouquinho de história da Indy 500, uma das provas mais importantes do mundo.

A primeira corrida de Indy 500 foi realizada em 1911. Participaram 40 carros de passeio, mas quem ganhou a prova foi Ray Harroun, com um carro preparado pra corrida. Ele completou as 500 milhas em 6 horas e 42 minutos, numa velocidade média de 74.6 milhas por hora, cerca de 120 km/h.


Os pilotos da época sentiram muita dificuldade na prova por conta de visibilidade. O problema foi resolvido com um espelho retrovisor. Foi a primeira vez em que um espelho retrovisor foi usado em um carro.

São as provas automobilísticas trazendo tecnologia e inovação para as ruas desde sempre. ;)

Aproveite para relembrar a entrevista que Bia Figueiredo deu aqui pro Coisa em sua primeira prova no Brasil clicando aqui.

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Carroriosidades: A Brincadeira do Fusca Azul

Posted by Thais Roland on sexta-feira, abril 05, 2013 in , , , , ,
Quando eu era criança levava várias porradas no braço por causa dos Fuscas Azuis.

Esses dias descobri, por um colega de sala, que a brincadeira foi herdada dos gringos.

Lá em 1900 e nada, quando Henry Ford estava, todo feliz, produzindo Ford T pretos a todo vapor, alguém errou na fórmula e uma linha inteira de Ford T azuis foi produzida.


Os carros eram produzidos apenas na cor preta porque, segundo Henry Ford, os meios de comunicação (principalmente a TV) exibiam apenas imagens em preto e branco então não adiantava nada produzir carros em outras cores e não conseguir fazer publicidade disso. Ele aguardava então que a TV pudesse transmitir imagens em cores para lançar seus modelos coloridos.

O erro do funcionário responsável pela pintura dos carros irritou tanto o sr. Ford que este foi até o pobre coitado e o esmurrou no braço. Desde então, cada Ford T azul avistado nas ruas disparava, novamente um soco sacana no ombro do rapaz.

Já aqui no Brasil...... adaptou-se a brincadeira para a sacanagem ficar maior também. Ainda hoje, avistamos um Fusquinha azul, vez ou outra passeando pelas ruas e algum desavisado ainda leva uma porradinha no braço.


Muito me espanta o Fusca Azul ainda não ter sido substituído por um Corsa Azul, por exemplo... Provavelmente ainda não aconteceu porque as crianças de agora nem conhecem mais a brincadeira, preocupadas demais em passar fases do mais novo jogo de videogame.

Bons tempos os da minha infância... ainda que cheios de brincadeiras semi-estúpidas. :)

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Damien - mais um passinho

Posted by Thais Roland on sábado, fevereiro 09, 2013 in , , , , , , ,
Hooooooje pegamos pesado na oficina!!! Todo mundo debruçado em cima do Damien, determinado a fazê-lo funcionar! :D

Na noite passada baixei todos os manuais de serviço do carro pra sabermos exatamente o que estávamos fazendo hoje. Levei o Jimmy (meu notebook) pra oficina e ele levou até uma cuspida de óleo do Damien. Ciúmes... sabem como é! hahaha


Desde que o carro chegou pra mim, já fiz algumas alterações:

- trocamos a bateria;
- refizemos o sistema de alimentação passando uma mangueira nova de combustível do tanque até o motor e colocamos um filtro;
- revisamos todo o sistema de iluminação;
- colocamos uma buzina;
- comprei um carburador H34 SEIE da Brosol pra ele e já instalamos;
- troquei o platinado e o condensador;
- troquei os cabos de velas.

A última modificação importante foi o carburador, platinado e condensador mas, desde que trocamos o carburador (o antigo era um carburador de Escort) o carro não funcionava mais direito. Quando ligávamos o carburador começava a estourar.


Foi aí que resolvemos abrir a tampa de válvulas e a surpresa: um dos balancins estava caido lá dentro! Isso sem contar o teco que tá faltando no espaço onde vai o tucho do balancim que caiu e o came que tá toooooodo gasto já! hahaha


Não vai ser fácil arrumar esse carro, mas hoje conseguimos voltar a fazer ele funcionar, ainda que com pouca potência, já que um dos cilíndros está falhando.

Legal que essa semana aprendi a regular o platinado do carro! Achei o máximo! Já tinha visto meu pai trocar o do Fusca tantas vezes e agora sei fazer também, só que no meu carro! No meu Mavequinho! :D


Agora ele vai viajar até Salesópolis para providenciar a documentação de transferência dele pro meu nome e quando estiver com as placas novas volta pra Sampa pra eu começar a fase séria do restauro. Pelo jeito, o primeiro passo terá que ser a retífica do motor. Vamos ver... :)

Beijinhos, povo! E até o próximo post!

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Sessão Cinema - Caça aos Gângsteres

Posted by Thais Roland on terça-feira, fevereiro 05, 2013 in , , ,
Depois de tanto tempo sem ir ao cinema não me decepcionei nem um pouco ao assistir Caça aos Gângsteres (Gangster Squad)!


O filme é excelente! As atuações de Sean Penn e de Robert Patrick estão particularmente incríveis!

O filme trata de uma equipe de policiais que é reunida para lidar com o gângster mais perigoso de Los Angeles em 1949. É baseado em fatos reais e tudo ficou perfeito! O cenário, o figurino, a trilha sonora... tudo!

Vale muito a pena. Só tenha em mente que o filme é pesado e tem algumas cenas fortes. Não é para menininhas. hahaha

Beijos e boa pipoca!

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Sua saúde e a do seu carro

Posted by Thais Roland on domingo, fevereiro 03, 2013 in , , , , , , ,
Mais uma vez, vi duas situações bem interessantes na oficina que achei válido compartilhar com vocês.

Vou começar com a saúde do carro, porque posso retomar no final do post e reforçar a idéia, afinal de contas, convencer as pessoas a cuidar da própria saúde é fácil, difícil é convencer a cuidar da saúde do carro. :)

Hoje o assunto é Filtros. Filtro de ar e filtro de cabine.

O filtro de ar do carro previne que particulas de sujeira entrem no sistema de combustão do automóvel. Quanto mais puro o ar entrar, melhor será a combustão e mais tempo durarão os componentes do sistema. A foto a seguir mostra um filtro de ar novo e um velho. Este filtro deve ser trocado, em média, a cada 7.500km, mas tudo depende da frequência da utilização do automóvel e das condições de rodagem. O legal é dar uma olhadinha nele sempre que passar pela oficina.


O filtro de cabine só se aplica aos carros equipados com ar condicionado, onde é extremamente importante. A foto abaixo mostra, como a anterior, um filtro novo e um antigo, no momento da substituição. Só que aqui a questão é a saúde dos ocupantes do carro. O filtro de cabine é por onde o ar passa antes de entrar no sistema de ar condicionado. Nem todo carro possui este filtro, ainda que tenha o ar condicionado, mas sempre tem o espaço para ele e sua instalação e manutenção é altamente recomendada, ainda mais para nós que moramos em cidades com o ar muito poluido como São Paulo.


A troca do filtro de cabine é mais crítica do que qualquer outro dos filtros. Depende demais de quanto o ar condicionado é usado e em que ambientes o carro circula. O legal é dar uma olhada sempre e estabelecer seus próprios prazos para troca.

Além disso temos também o filtro de óleo e o filtro de combustível que também devem ser trocados regularmente. A manutenção preventiva do carro é essencial para que ele continue funcionando em boas condições e podem ter certeza de que é mais vantagem cuidar antes do que lidar com as consequências depois que alguma coisa estraga.

Proprietários de carangas, dêem aquela passadinha na oficina pra fazer uma revisãozinha no possante antes que ele se irrite e deixe vocês na mão. ;)

Beijocas e até o próximo!

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Projeto Damien

Posted by Thais Roland on quarta-feira, janeiro 16, 2013 in , , , , , , ,
Pois bem... demorei a postar novamente mas agora lhes apresento o que talvez seja meu maior projeto até hoje. :)

Este é o Damien! Também apelidado como Tomahawke pelo meu chefe, como Helicóptero pela Thamires, minha colega de trabalho, como Taz pelo Guilherme, meu outro colega de trabalho..... mas a verdade é que tá todo mundo louco por ele. ;)


O Damien é um Ford Maverick SL 1975 que está tooooooodo detonado! Ele tá andando, mas com tantas gambiarras que dá vontade de desmontar o carro todo e começar a montar tudo denovo, direito, desde o início. O que, provavelmente, acontecerá. hahaha

Por enquanto, estamos no seguinte pé:

O carro anda... chegou andando com as próprias rodas até a oficina, mas o "tanque de gasolina" era aquele galão alí no canto do motor, com uma mangueira levando o combustível direto ao carburador. hehehe


Agora o motor já está assim, sem o psudo-tanque, sem aquela buzina ridícula e sem a gambiarra toda de partida a frio pro carro usar álcool.


Já demos uma mexida também em alguns ajustes de pedais do acelerador e do freio e o próximo passo é arrumar o freio de mão e as luzes do carro.

O estofamento é a única coisa que está quase impecável no carro. O antigo dono restaurou em couro branco, então tá novinho mas tá sujo de dar dó. hahaha


Meu chefe, que é o melhor chefe do mundo, está me ajudando no processo de recuperação do carro. Sim, por enquanto não dá pra chamar de restauração, mas de recuperação mesmo. E olha que já está sendo super divertida. :)


Vou mantendo vocês atualizados sobre as alterações no possante. Podem dar pitacos a vontade! :D

Beijocas e lembrem-se que amo todos vocês, Coisos! :)

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Tá na hora de sair de casa

Posted by Thais Roland on quinta-feira, janeiro 03, 2013 in , , ,
Historicamente, sair cedo da casa dos pais é coisa de meninos.

Ou isso está mudando drasticamente ou meu círculo de amigos está ficando muito mais homogêneo do que eu percebo.

Sair de casa cedo foi, pra mim, uma parte fundamental no meu crescimento, amadurecimento e desenvolvimento, além de melhorar sensivelmente o relacionamento com meus pais, que vinha se desgastando com a natural rebeldia da adolescência.


Passei por várias fases, todas igualmente importantes para o auto-conhecimento, e que não deixo de achar que todo mundo deveria passar.

Morei muito tempo sozinha. Era perfeito pra independência. Ter um espaço só meu, poder fazer nele o que eu quisesse, poder voltar pra casa ou não dependendo apenas da minha vontade, receber quem eu quisesse, enfim... tudo do meu jeito. Mas morar sozinha pode ser extremamente solitário.

Já morei com parentes também. É bem diferente de morar com os pais. A casa nunca é sua e eu sentia a obrigação de ser formal o tempo todo, não formal de reunião de empresa... mas formal de relacionamento com a família que não é nossos pais... aquelas pessoas que você conhece desde que nasceu, mas com quem você nunca vai ter a mesma intimidade que tem com seus pais.

Também já morei em República, com pessoas que não conhecia. Acho que esta foi a pior fase pra mim. Morar desta forma é uma loteria, onde você pode dar a super sorte de dividir espaço com alguém que tem as mesmas características que você ou com alguém completamente diferente de você. Mesmo sendo uma pessoa extremamente paciente e tolerante acabei me desentendendo com minha colega de quarto mais de uma vez durante esse período, por coisas desnecessárias, portanto, não gostei da experiência.

Já fui casada também. Morar com o cônjuge foi uma experiência ímpar. Até então nunca tinha nem apresentado muitos namorados pros meus pais, quanto menos dividir o teto com alguém com quem eu estivesse realmente comprometida. Achei interessante essa coisa de dividir a vida, não só a casa. Pra mim foi uma fase de se perder e se encontrar internamente diversas vezes.

Hoje divido apartamento com amigos. A melhor fase de moradia até agora na minha opinião. Claro que tenho que admitir que dei muita sorte em conseguir dois amigos muito parecidos comigo para dividir a casa, o que facilita muito as coisas, mas ter idéia do seu comprometimento com seus companheiros de moradia é fundamental. Respeitar o espaço das pessoas e ter seu espaço respeitado.

Chamamos nossa casa de República mas ela não é uma. Não temos rotatividade de moradores. Ela só se parece com uma República porque amigos nos visitam o tempo todo, não nos preocupamos demais com a arrumação do ambiente e a geladeira está sempre repleta de álcool. hahaha

De qualquer forma, o mais importante nisso tudo é a experiência, em cada situação. Não acho que alguém consegue realmente se descobrir morando com os pais aos trinta e tantos anos de idade. Não que eu esteja criticando (sei lá... acho que estou, né?) mas tem coisas pelas quais uma pessoa nunca vai passar até ter que tomar conta do próprio nariz sozinha de verdade.

Mas, né? Quem sou eu pra dar pitaco. Só o que posso fazer é garantir que a experiência de sair de debaixo das asas dos pais é divertida, ainda que trabalhosa. Enfim... acho que é só uma coisa pra se pensar já que mais um ano tá começando, né? ;)

Beijocas e até o próximo!

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