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Salão do Automóvel 2016

Posted by Thais Roland on segunda-feira, novembro 07, 2016 in , , , , , , ,
Muito bem!!!! Como um monte de gente já sabe, estamos perto de mais uma edição do Salão do Automóvel e esse ano #NadaSeraComoAntes !!!!! :D


Quem acompanha o Coisa sabe que esse maravilhoso blog, referência na imprensa automotiva, super lido por todas as celebridades do meio e salve salve aleluia, nasceu no Salão do Automóvel e, por isso, este evento é tão importante pra gente (eu e o brogui, que tipo, sou eu...), mas este ano tem ainda mais significado!

Este ano, num papo descontraído com o pessoal que administra a página do SdA no Facebook acabou saindo uma coisa maravilhosa! A galera se interessou pelo Coisa de Meninos Nada e por mim e vão levar a gente pra lá com toda pompa e glamour! :D


Primeiro me convidaram a participar de um vídeo contando minha história para o pessoal que acompanha as redes sociais do Salão. Eu super topei e os videos estão ficando fantásticos! Já saíram 3 e acho que ainda sai mais alguma coisa até o início do Salão. Duas outras pessoas (pelas quais já me apaixonei também) também participaram destes videos e eu estarei, junto com eles, no dia 12 lá no evento. :)

Dá pra ver todos os vídeos tanto no canal do Youtube do Salão quanto na página deles do Facebook. Vou deixar os links aqui pra vocês e colocar o vídeo principal que fizeram comigo. :)

O que o carro significa pra você? - O COMEÇO

Quer surpreender uma mulher com carros? Leve o seu para ela arrumar

Vamos falar de carro? Sim, mas também de amor


Pé no acelerador e coração já batendo no mesmo ritmo. O Salão do Automóvel 2016 está chegando!

Além disso, me convidaram também para ser Digital Influencer Partner junto com eles, junto com gente grande, como o PC Siqueira e isso me deixou mega orgulhosa!!!!! Por causa disso, eles me convidaram para a Avant Première do evento, que acontece no dia 9, a noite e já devo começar a atualizar vocês pela página do Facebook do Coisa (http://fb.com/coisabook). Não deixem de acompanhar!!!


Se não bastasse todo esse monte de coisas legais, a galera da Webmotors me convidou pra participar de uma das Lives deles no Salão! Por enquanto está agendado para o dia 10, às 19h. Qualquer alteração eu aviso vocês.

Também estou tentando ir nos dias 14 e 17, mas ainda preciso confirmar. Então, por enquanto, fica assim: Estarei lá:


  • dia 09 de novembro, às 20h
  • dia 10 de novembro, às 19h (com o pessoal da Webmotors, mas devo passar o dia)
  • dia 12 de novembro, sem horário marcado ainda, mas também devo passar o dia
Detalhes sobre o Salão do Automóvel 2016 vocês encontram no site deles http://salaodoautomovel.com.br ou na página deles no Facebook http://fb.com/salaodoautomovel . Não adianta perguntar pra mim, porque tudo o que eu sei é que vai acontecer de 10 a 20 de novembro e que eu estarei lá! hahaha

Beijos, Coisos!!!!!!!

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8 anos de CMN!!!!!!

Posted by Thais Roland on segunda-feira, outubro 31, 2016 in ,
E hoje o blog completa 8 aninhos!!!! :D


Estou muito feliz por ele ainda estar vivo, crescendo forte e com saúde e me rendendo tantas alegrias!

Quero agradecer imensamente a todos os leitores, antigos e novos, que me acompanham já há tanto tempo e que, de pouquinho em pouquinho, vão me conhecendo melhor e participando de tudo o que acontece comigo. :)

Mil beijos, Coisos!
Thais Roland

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Apelidos carinhosos… mais ou menos

Posted by Thais Roland on quarta-feira, outubro 26, 2016 in , , , , , , , , ,
Ao longo dos anos a indústria automotiva desenvolve uma imensidão de automóveis que são recepcionados pelos consumidores de maneiras muito diferentes e, às vezes, não tão carinhosas. O tema surgiu durante uma conversa com meu caro amigo Gabriel Marazzi e achamos bacana fazer um texto com alguns dos apelidinhos (fofos e não tão fofos) que os carros colecionaram no Brasil.

Para não esquecer de nenhum, vamos em ordem alfabética (na medida do possível).

Começando pelo Ford Modelo A, na versão Roadster que era chamado de Baratinha por lembrarem o inseto temido por tantas pessoas. Fico pensando se alguém com medo de baratas teria um destes carros. Não dá pra deixar de mencionar o “banco da sogra” que também era característica destes automóveis e que, até hoje, é motivo de piadas maldosas sobre a megera santa mãezinha da nossa cara-metade. Pra piorar este modelo tinha teto rígido, o que impossibilitava a comunicação com a mamãe, já que a manivela que baixava o pequeno vidro da vigia estava “sempre com problemas”.


O Simca Chambord veio com tudo quando de seu lançamento no Brasil. Carro bonito, mas que teimava em não funcionar direito acabou ganhando o apelido de Belo Antônio, personagem de um filme italiano de mesmo nome cuja beleza tirava o fôlego, mas a virilidade era discutível.


Já o Fusca caiu na graça do brasileiro e um dos apelidos carinhosos que adquiriu ao longo dos anos foi Besouro, em alusão ao seu nome no exterior (Beetle). Mais triste foi o modelo com teto solar que logo ganhou o apelido de Cornowagen e destruiu o sucesso do modelo! O mesmo aconteceu com o Karmann Ghia, que ganhou o apelido de Sonho de Puta e acabou com as vendas para mulheres, público que mais simpatizou com o modelo. Alguns dizem que o apelido Sonho de Puta também foi dado ao SPII, por causa da sigla, mas o mais famoso é para o KGhia mesmo. Um comercial da revenda Vimave, do glorioso Silvio Santos, em 1980, mostrava o comediante Ary Toledo tendo problemas com um Chevrolet 46 que todo mundo tinha que ajudar a empurrar quando passava um cara com um Fusca e repetia “Pois é”... desde então, “Pois é” serve para nomear qualquer carro que não funciona direito. (queria colocar o comercial aqui pra vocês verem, mas não encontrei em lugar nenhum!)

Ainda não dá pra parar de falar de Fusca, porque também tivemos duas versões de Fuscas com apelidos célebres! O primeiro foi o Fusca Fafá... bem... na verdade, o apelido era das lanternas traseiras... porque lembravam a Fafá de Belém... ou uma parte da Fafá... bem... vocês sabem... ahm... Então... e o outro foi o Fusca Itamar. Este ganhou o apelido porque foi o presidente Itamar Franco que o trouxe de volta à vida e caiu na graça dos brasileiros por causa do feito (e também por ter aparecido com a Lilian Ramos sem calcinha no Carnaval... bem...).

Boca de Sapo

Vejam a foto e me digam... parece a boca de um sapo?


Já o termo Calhambeque acabou servindo para qualquer carro velho em determinada época. A idéia era pejorativa, mas atualmente é comum ver pessoas se referindo à carros antigos como Calhambeques com um sentido mais nobre. Além disso, quem eternizou o termo foi Roberto Carlos, em sua música “O Calhambeque”, de 64, uma versão de “Road Hog” de John D. Loudermilk (muito mais legal do que a versão, by the way).


Outro termo que se usa (até hoje) para se referir pejorativamente a um automóvel é Chimbica. Este serve para referir-se à carros pequenos e de pouco valor.

Quando chegou ao Brasil, o DKW tinha as famosas portas suicidas. O que é uma porta suicida: elas abrem para trás, ao contrário das normais. Porque suicidas? Deve ter algo a ver com uma tentativa de suicídio, se jogando para fora com o carro em movimento. Vai tentar fazer isso com a porta abrindo ao contrario: será que dá para se matar? Em 1964 as portas dianteiras dos DKW passaram a ser “normais”. Por causa desta característica, ao descer do carro, as garotas usando saias deixavam aparecer mais do que lhes era conveniente na época (já que estamos falando dos anos 50, tratava-se, provavelmente, dos tornozelos das donzelas) e então ganhou o apelido de Deixa-vê. Imagino que muitos rapazes se empolgavam ao ver uma dama desembarcando de um DKW nos gloriosos anos 50 e 60.


Fordeco foi, durante muito tempo, um termo depreciativo para os pobres Ford Bigodes (as alavancas de comando do acelerador e do ponto, localizadas na coluna de direção lembram um bigode), mas quem acabou levando a pior fama foi o Prefect, já que era um carro de desempenho duvidoso.

Alguns Fords e Chevrolets dos anos 20, 30 e 40, com carrocerias fechadas e o teto de metal, ganharam o apelido de Guarda-Louça, assim como alguns veículos de transporte de pessoas, receberam o nome de Jardineiras, pela ausência de fechamentos laterais e pelos bancos de madeira.

O pobre do Dauphine, com seu fraco motor Ventoux, câmbio de três marchas e suspensão dianteira de bracinhos esqueléticos, recebeu o triste apelido de Leite Glória. Na época, o leite em pó da Ninho era difícil de ser dissolvido e a Glória lançou um produto desidratado que era tão fácil de diluir que usava o slogan “Desmancha sem bater”. Acho que dá pra imaginar o resto da história, né?

E a Marta Rocha? Vocês conhecem? Quem curte os carros antigos sabe que é uma Pickup Chevrolet 3100, mas Marta Rocha foi, na verdade, a primeira Miss Brasil! E não ganhou o concurso de Miss Universo porque tinha 2 polegadas a mais no quadril. Como a caminhonete tem exatamente 2 polegadas a mais na largura da caçamba......... ;)


A Kombi, além de ser chamada de Perua (que sempre teve seu lado pejorativo) também é carinhosamente chamada de Pão de Forma por assemelhar-se ao alimento. Com o surgimento das Kombis encurtadas, estas ganharam o apelido de Bisnaguinhas, naturalmente. E também não dá pra deixar de citar a Kombi Corujinha, que todo mundo tanto ama. Corujinha porque o desenho da frente lembra a carinha de uma coruja... Ounnnn.... Fofinha!

Olha eu com a Monica, a Corujinha mais linda do Brasil!

Temos também o famoso Rabo de Peixe, graças à traseira das Belairs e Cadillacs 57 que realmente lembram o rabo de um peixe... um peixe beeeeem grande!

O Renault 4cv ganhou o curioso apelido de Rabo Quente por causa do motorzinho nervoso na traseira.

E o Chevette Tubarão? Um carrinho pequenininho com um apelido tão invocado? Por que? Por causa da forma como o capo avança na frente do carro. Super! Super parece um tubarão! E é lindo!
A Pickup Ford F100 é carinhosamente chamada de Vampirinha, por causa da grade dianteira, que lembra dentinhos de vampiros. Fofo? Ou não fofo?


Duvido que a Volkswagem poderia prever o apelido que o povo daria ao seu modelo 1600. Alguns dizem que por causa do personagem da TV, interpretado por José Mojica Marins, outros que por causa da disposição das maçanetas e do desenho do carro, ficou conhecido como Zé do Caixão. Triste em ambos os casos. Pra piorar, na mesma época, Juca Chaves fez o maior sucesso com uma música que dizia “viúva é como alça de caixão, quando um larga outro vem e põe a mão”... ah.... as belezas do machismo...

A criatividade do brasileiro para piadas é impressionante! Até hoje nos surpreendemos com alguns termos inventados não só para o mundo automotivo. Poderíamos continuar a lista, mas alguns termos talvez não fossem bem aceitos então resolvemos parar por aqui. Hahaha

Esperamos que tenham gostado! Beijos aos Coisos e até a próxima!

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Curiosidades sobre Motos Clássicas

Posted by Thais Roland on quarta-feira, setembro 28, 2016 in , , , , , , , , , , , , , , ,
Pois então... Fui convidada para apresentar o AutoShow Collection ao vivo, toda terça-feira. Nesta última terça (ontem) tivemos a noite das Motos Antigas e, por um problema de conexão de Internet, a transmissão ao vivo não foi possível.

Só que eu já tinha pesquisado um monte de coisas bacanas pra falar pra galera enquanto mostrasse as motos que estavam por lá, e se tem alguma coisa que eu não suporto é ficar com conhecimento só pra mim. :) Então, já que não foi pro ar na página do Facebook do AutoShow Collection, vai aqui pras páginas do Coisa! :D

A primeira coisa que não posso deixar de dizer é sobre o próprio evento! Eles estavam com a Harley-Davidson mais rara do Brasil (e igualmente rara em outros lugares, inclusive nos EUA) em exposição. E ela é fantástica!


Não sou aficcionada por motos, mas esta... vou dizer pra vocês... me fez suspirar! Ela é do ano de 1931 e, segundo o proprietário, está na família desde zero. Já passou por restauração duas vezes e é cobiçada pelo Museu da Harley-Davidson, cuja proposta o dono já recusou algumas vezes. Pelo jeito a moto vai morrer na família... e isso é sensacional!

O motivo de ela ser tão rara é que a HD fabricou pouquíssimas motos com o motor monocilíndrico neste ano. Hoje elas são raras em toda parte do mundo, ainda mais assim: restauradas e funcionando. Além disso, o detalhe do câmbio suicida é hipnotizante! Eu que não entendo muito de motos e jamais guiei uma, não consigo imaginar a dificuldade de ter que tirar a mão do guidão pra passar as marchas! De outro mundo!

Sobre a minha pequena pesquisa... bem... vamos por partes. :)

Gosto muito de filmes, então pesquisei sobre as motos mais famosas do cinema e encontrei... uma infinidade de Harleys! hahaha Dentre elas, a Hidra Glide de Marlon Brandon em "O Selvagem" de 1950, a famosíssima FLH de Peter Fonda em "Easy Rider" de 1969 que virou ícone por causa da bandeira dos EUA e a icônica Fat Boy do Schwazenegger em "Exterminador do Futuro 2" de 1991.

Sim! Eu tenho uma foto na moto do Exterminador! ❤️  E foda-se que não dá pra ver a moto! Sou eu em cima dela e é o que importa. hahaha
Aqui abrimos um parênteses para uma estória que li aí pelas Interwebs cujas fontes não são confiáveis, mas que não pode deixar de ser contada. Diz a lenda que a Harley-Davidson estava perdendo mercado para as motos japonesas no fim da década de 80 e, para reconquistar o mercado, lançaram a Fat Boy. Até aí, tuuuuuudo bem... a moto tinha um visual bacana e a suspensão traseira oculta para imitar as choppers hardtail dos anos 60 e 70, mas o lance todo gira em torno da escolha do nome. Contam por aí que o nome foi escolhido por causa das bombas nucleares lançadas contra Hiroshima (que foi batizada de Little Boy) e contra Nagasaki (batizada de Fat Man) na Segunda Guerra Mundial. Bróder... se isso é verdade, é muita, mas muita mancada mesmo! A Harley nega a história e segue a vida, mas o fato é que a Fat Boy realmente desbancou qualquer outra coisa que tivesse no mercado americano na época!

Falar da moto do Exterminador do Futuro sem falar de Guns N Roses pode ser normal para qualquer pessoa nesse mundo que não seja eu. Quem me conhece (nem que seja só por aqui) sabe que sou super fã de GNR então não dá pra deixar passar uma oportunidade de bajular. hahaha. Junto com a Fat Boy, Schwazenneger também eternizou "You Could Be Mine" neste filme.


Voltando às Harleys famosas... Também achei a FXR 89 do Mickey Rourke em "Harley-Davidson & Malboro Man" de 1991, a Super Glide 86 do Bruce Willis (ou melhor... do Zed, mas Zed is dead) em "Pulp Fiction" de 1994, a Chopper do Nicolas Cage (Johnny Blaze) em "Motoqueiro Fantasma" de 2007, mais recente, a Panhead Custom (lindíssima, por sinal) de John Teller em "Sons of Anarchy" e, apesar de não ser da minha época, a super marcante Harley de Carlos Miranda, o Vigilante Rodoviário, que fez tanto sucesso na TV Tupy que fez o ator realmente ingressar na carreira militar!


Mas o mundo de motos vai além das Harley-Davidsons! E vou deixar a cereja do bolo (na minha humilde e insignificante opinião) para o final. Vamos agora falar das Japonesas. :)

Em filmes não achei nada ultra interessante sobre as motos japonesas, salvo pela Kawasaki Ninja 900 do Maverick (interpretado por Tom Cruise) em "Top Gun" de 1986, mas o Brasil tem histórias bacanas com duas motos japonesas peculiares: a Honda CB 750 Four e a Yamaha RD 350.

A Honda CB 750 Four ficou super famosa pelo seu apelido: 7Galo. Não vou encher vocês de detalhes técnicos da moto porque não é o meu forte e nem a intenção deste post. O legal mesmo é contar a História e o apelido desta moto veio de uma coisa bem conhecida dos brasileiros, o jogo do bicho. No jogo do bicho, 50 é o número do Galo e, por isso, a moto ficou conhecida como 7 Galo (7 + 50). Bacana, né?


Já a RD 350 tem uma história mais sombria. Conhecida como Viuva Negra a moto ficou famosa por matar muita, mas muita gente mesmo. Por ter motor dois tempos tinha pouco torque em baixa rotação (e quase nenhum freio motor), mas vinha com palhetas de torque (preciso estudar mais sobre isso) para contornar o problema. No final das contas, era uma moto forte demais e contava com donos imprudentes o que, com sorte, só deixava o condutor pra trás, mas, em grande parte das vezes, a família tinha que encerrar o dia com um funeral. Oops...

Saindo das japonesas e indo para o Velho Continente, soube que Steve McQueen exigiu que uma moto inglesa fosse usada no papel de moto alemã no filme "Fugindo do Inferno", de 1963, porque achava que as alemãs não dariam conta do recado nas cenas do filme. Por causa disso, em vez de uma bela BMW, uma Triumph Trophy TR6 61 foi usada para se passar de moto alemã roubada pelo protagonista do filme. Bem curioso. Anos depois, em 2005, a Triumph lançou o modelo Bonneville T100 em homenagem ao filme na cor verde fosco.

Agora.... a minha super preferida durante toda a pesquisa foi a Indian Scout 1920 de Burt Munro!


Burt Munro nasceu na Nova Zelândia e passou a vida se dedicando às motos e à velocidade! Na minha pesquisa encontrei o filme "The World's Fastest Indian" ("Desafiando Limites", em português), de 2005, onde Anthony Hopkins interpreta o maluco do Sr. Burt em sua jornada para conquistar o record mundial de velocidade em motos de até 1000 cc. Burt bateu o record em 1967, no deserto de Bonneville marcando 295km/h (em 2014 o filho de Burt conseguiu que o record fosse retificado para 296km/h). Sério! Super vale a pena assistir o filme! Super vale!

Eu também tinha pesquisado coisas sobre motoclubes, mas depois da minha experiência no site do Abutres e de ter conhecido o pessoal do Hells Angels no Anhembi vou me abster de comentários para não criar inimizades.

E não posso terminar antes de agradecer imensamente ao meu grande amigo Gabriel Marazzi que, gentilmente, forneceu parte do material para que eu preparasse a apresentação do AutoShow Collection e que agora faz parte deste post. :)

Espero que tenham gostado, Coisos! Até a próxima! MUAK!

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Bate-papo sobre a Mulher no Universo Masculino

Posted by Thais Roland on quarta-feira, setembro 14, 2016 in , , ,
E aí, Coisos? Como vocês estão?

Olha só! Quero convidar vocês pra virem aqui bater um papo e passar uma manhã agradável de domingo.

Pro povo que me segue no Blog e que eu não conheço pessoalmente, é a CHANCEEEE! ;)


Pra quem é de longe, vai rolar um ao vivo pela página do Coisa lá no Facebook, tá? fb.com/coisabook

Mas quem puder vir, apareça! Vai ser super legal! :D Só confirmem presença e me avisem quantas pessoas vão trazer com vocês, ok?

Beijokonas!

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Fusca funcionando com vapor de combustível - NÃO!!!

Posted by Thais Roland on sábado, setembro 10, 2016 in , , , , , , , , ,
Ok... tanta gente me marcou nesse vídeo (e continua marcando) que me sinto na obrigação de comentar.


Nessa vida o importante não é dinheiro, não é ter coisas, não é rezar... o importante é ter informação! Só assim o "serumaninho" evolui. Este caso não é diferente!

Esse vídeo tomou proporções assustadoras! Enquanto eram só alunos meus me marcando nele pra sacanear tava tudo bem, mas quando gente que ainda não entende bem começa a me marcar pedindo informações de como fazer, é preocupante! Então vamos esclarecer...

O Fusca (ou qualquer outro carro que trabalhe com motores parecidos) tem uma refrigeração mista. O que significa que não dependem apenas do ar para manter a temperatura do motor. No caso do Fusca ele também usa o óleo para essa função - e é por isso que tem um radiador de óleo no motor - e o combustível! SIM! Ele usa combustível para diminuir a temperatura do motor!

Para quem nunca viu o motor de um Fusca pode ficar confuso. Para quem já viu e reparou nas aletas faz sentido o lance da refrigeração a ar, mas para quem conhece o motor do Fusca aberto e para pra analisar percebe que tem partes ali onde o ar nunca chega e seria impossível diminuir a temperatura. Nas partes móveis tem óleo passando e ele ajuda na tarefa de arrefecimento, mas o que fazer para diminuir a temperatura das câmaras de combustão?

Combustível! Usar uma mistura rica, ou seja, mais combustível do que o necessário para a queima, é que faz essa função. Quando injetamos mais combustível no cilindro, parte dele queima, como esperado e o excedente lava as paredes do cilindro para diminuir a temperatura da câmara. Simples assim.

Então.... voltando ao vídeo estúpido.... SE (e é um grande "se") o vídeo é real e o cara não está usando nenhum outro recurso pra jogar gasolina no sistema, o motor pode até funcionar, mas andar com o carro nessas condições fundiria o motor em pouquíssimo tempo. Levando em conta que a retífica de um motor não é nada barata e que está cada vez mais difícil achar peças e bons profissionais que trabalhem com esses motores, fundir o pobre do Fusquinha por falta de informação não parece ser algo "que vale a pena tentar pra ver se funciona mesmo".

Uma boa leitura em materiais relativos à refrigeração destes motores já teria resolvido a inquietação do povo, ou então, uma boa olhada nas regulagens do carburador do Fusca e uma breve análise da proporção da mistura também esclareceria o "mistério".

Ou então....... e agora aproveito pra fazer o merchan..... Fazer um curso com a gente! hahaha. Neste mês, por exemplo, teremos um Workshop exatamente sobre os Fuscas! Pra quem ainda tem dúvidas sobre este ou outro detalhe do modelo, é só vir perguntar pra gente! Simples, né? ;)


Pronto! Agora que tenho a resposta pra esse absurdo pronta, tudo o que tenho a fazer é copiar o link pra este post nos comentários na próxima vez que me marcarem no vídeo ou perguntarem sobre. hahaha

Beijos procêis, Coisos! Até a próxima!

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Desabafando... e me defendendo ao mesmo tempo

Posted by Thais Roland on segunda-feira, agosto 29, 2016 in , , , ,
Fui acusada de traição pela segunda vez na minha vida. A primeira foi uma acusação vazia que terminou com o acusador se transformando em algum tipo de vidente (Não, não achei nada nas conversas, mas vi alguma coisa que ia acontecer!). É sempre engraçado lembrar disso... mas esse post é sobre a nova acusação. 

A primeira coisa interessante é que ela não veio de um namorado, mas sim de um empregador. Só isso eu acho que já valia algum tipo de prêmio pra mim! Duvido que tenha mais gente por aí cujo "patrão" tenha acusado de traição. Hahaha. Mas, pelo jeito, minha função nessa vida é inovar nos relacionamentos... todos eles. 

Só que dessa vez me peguei pensando a respeito... Será que foi isso mesmo? Será que fui injusta/infiel com a empresa? Devo ter gasto uns 10% da reserva da Cantareira analisando todo o relacionamento, desde o início até o término, durante um longo banho. 

Pensei no início, quando acreditei ter entrado num projeto bacana, com todo o potencial do mundo, mas com algumas rebarbas para aparar. Como todo início de relacionamento, estava empolgadíssima e determinada a fazer o mundo girar até pro outro lado se fosse preciso pra fazer aquilo tudo funcionar. 

Só pra explicar: eu tava dando aulas numa associação sem fins lucrativos. A ideia era preparar jovens carentes para o mercado de trabalho e como a associação não tinha incentivo nem do governo nem da iniciativa privada, o curso era pago por uma galera que tinha condições e o valor das mensalidades sustentava alguns alunos do projeto social em cada turma. (Coloco tudo isso no passado porque, no momento em que saí de lá, só via os cursos ficarem mais caros, mas não via a quantidade de alunos sociais aumentar… pelo contrário…)

Pois bem... quando entrei achei... peculiar... o fato de os alunos "carentes" chegarem na escola de carro e possuírem celulares melhores que os dos professores. Não percebia comprometimento deles com o curso ou com a associação e achei que podia ajudar a resolver aquilo. 

Trabalhei em um projeto parecido anos atrás que funcionava super bem. Ainda tenho contato com a pessoa responsável pela seleção dos alunos naquela época e então me ofereci para apresentá-lo à esta nova equipe para tentarmos melhorar a seleção da garotada. Recebi um sonoro "não se mete nisso" disfarçado de "ah, isso não adianta nada". Rãm... Achei estranho, mas fiquei quieta. Pensei: ah... tá certo, né? acabei de chegar e já to querendo meter o bedelho...

Deixei prá lá. 

Toquei o barco e comecei a fazer meu trabalho. Como tudo em que me envolvo, comecei a colocar tudo nos meus perfis das redes sociais. Montava minha aula e postava uma fotinha cheia de hashtags pra despertar o interesse da galera. Na minha cabeça, quanto mais alunos pagantes atraíssemos mais alunos sociais poderíamos ter em cada turma (ou meu valor de hora/aula poderia subir um tiquinho, né? Quem pode me condenar?) e funcionava. Sempre tinha bastante gente perguntando como fazia pra se inscrever no curso e talz. 

De repente: PAM! Levei uma bronca do dono da instituição por ter dito onde ela ficava. Ele não veio me falar. Mandou um recado dizendo que eu não podia divulgar onde a escola ficava. 

Rãm... Era pros alunos virem, mas eles não podiam saber para onde... Hummmmmm

Aqui sou obrigada a abrir um parênteses. É impressionante a quantidade de alunos que chegavam para o primeiro dia de aula e ficavam aliviados ao nos ver. Achavam que tinham sido vítimas de um golpe. Isso que ainda foram valentes e vieram! Hahaha. Fico imaginando quantos não acharam que era golpe e só deixaram prá lá. 

Prosseguindo... depois da patada do lance do endereço fiquei arisca, mas toquei o barco. 

Até que comecei a receber um monte de reclamações, tanto de alunos quanto de interessados no curso, dizendo que não conseguiam falar com a equipe da escola. Diziam que ninguém atendia o telefone e que os emails nunca eram respondidos. Respirei fundo e passei a reclamação para o dono da escola e ouvi: "isso é mentira"! Juro! Com essas exatas palavras. Ainda insisti que era estranho que tanta gente estivesse mentindo e que valia a pena dar uma monitorada na equipe de relacionamento pra ver se não tinha nada de errado. E então o dono me instruiu para que encaminhasse a próxima reclamação pra ele. Assim fiz. Quando outro aluno reclamou sobre a dificuldade em conversar com a escola encaminhei para o email do dono e.......... levei outro esporro! SIM! Mais uma vez, o dono me mandou um recado dizendo que eu o desrespeitei ao enviar um email diretamente para ele. 

Essa foi a conta. Aceitei que o dono da escola tinha um problema pessoal comigo e me limitei a continuar indo dar as minhas aulas da melhor forma possível e só! Nunca mais fiz nenhum tipo de divulgação e parei de tentar ajudar o pessoal a se comunicar com a escola (até porque quando eu ligava também não era atendida. Hahaha). 

Acho que esse foi o início do fim do relacionamento. Mas, ainda assim, não fui eu que terminei!

A associação começou a ter dificuldades em fechar turmas. No início eu dava aulas quase todas as noites da semana e aos sábados. De repente, dava umas 3 ou 4 aulas no mês, com sorte. 

Sempre fui de trabalhar muito e sempre tive mais de um emprego. Além disso, sempre que uma empresa deixava de usar meus serviços, eu partia pra outra... Principalmente quando trabalhava com consultoria. A vida era assim mesmo... Neste caso não era uma consultoria, mas eu também não era funcionária da empresa. Era apenas uma prestadora se serviços, então a lógica era a mesma: não tem serviço pra eu prestar aqui, vou prestar onde tem. 

E assim fiz. Os horários que me ficaram vagos pela falta de turmas na associação eu preenchi dando aulas em outro lugar. 

E foi aí que aconteceu!

Quando soube, estava sendo acusada de traição. "Ah! Ela traiu a gente e tá fazendo a mesma coisa que fazia aqui só que em outro lugar."

Rãm...

Eu sei lá... posso estar tentando só limpar minha própria barra ou posso ter uma ideia diferente de todo mundo de traição, mas juro que eu tava com a consciência extremamente tranquila até ouvir a acusação! Talvez principalmente porque não fui dar aula "em outro lugar", mas sim, dar aulas por conta própria! 

Como pode ser "traição" você ir buscar oportunidades que a empresa deixou de te dar?!?

Ou será que ele "previu" que eu iria para outro lugar, assim como o ex-namorado "previu" que eu ficaria com outro cara? Hahaha

Além de tudo, foi vacilo deles! Porque tudo o que eu to fazendo agora, inclusive as ações que partiram de ideias minhas, era pra estar acontecendo junto com eles, se eles não tivessem me tratado com tanta hostilidade! Então quem traiu quem? Eu traí eles ou eles se sabotaram sozinhos?

Muitos chamariam isso tudo de assédio moral, mas eu só deixei pra lá.

Sério! Tem que rir pra não chorar! Não bastasse os bailes do Amor, agora tenho que lidar com essas palhaçadas nos relacionamentos comerciais também? Hahaha

Por Freyia! Só acreditando em muitos deuses mesmo pra tolerar a vida. 

Se eu continuar o post vou ficar agressiva (ainda mais agora que to assistindo a série Vikings freneticamente) então é melhor encerrar e ir lá ler o post da CNV outra vez. 


Tudo o que eu queria era poder escrever um post bonitinho de novo por aqui, mas a vida não tá ajudando. Não tá!

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