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Curiosidades sobre Motos Clássicas

Posted by Thais Roland on quarta-feira, setembro 28, 2016 in , , , , , , , , , , , , , , ,
Pois então... Fui convidada para apresentar o AutoShow Collection ao vivo, toda terça-feira. Nesta última terça (ontem) tivemos a noite das Motos Antigas e, por um problema de conexão de Internet, a transmissão ao vivo não foi possível.

Só que eu já tinha pesquisado um monte de coisas bacanas pra falar pra galera enquanto mostrasse as motos que estavam por lá, e se tem alguma coisa que eu não suporto é ficar com conhecimento só pra mim. :) Então, já que não foi pro ar na página do Facebook do AutoShow Collection, vai aqui pras páginas do Coisa! :D

A primeira coisa que não posso deixar de dizer é sobre o próprio evento! Eles estavam com a Harley-Davidson mais rara do Brasil (e igualmente rara em outros lugares, inclusive nos EUA) em exposição. E ela é fantástica!


Não sou aficcionada por motos, mas esta... vou dizer pra vocês... me fez suspirar! Ela é do ano de 1931 e, segundo o proprietário, está na família desde zero. Já passou por restauração duas vezes e é cobiçada pelo Museu da Harley-Davidson, cuja proposta o dono já recusou algumas vezes. Pelo jeito a moto vai morrer na família... e isso é sensacional!

O motivo de ela ser tão rara é que a HD fabricou pouquíssimas motos com o motor monocilíndrico neste ano. Hoje elas são raras em toda parte do mundo, ainda mais assim: restauradas e funcionando. Além disso, o detalhe do câmbio suicida é hipnotizante! Eu que não entendo muito de motos e jamais guiei uma, não consigo imaginar a dificuldade de ter que tirar a mão do guidão pra passar as marchas! De outro mundo!

Sobre a minha pequena pesquisa... bem... vamos por partes. :)

Gosto muito de filmes, então pesquisei sobre as motos mais famosas do cinema e encontrei... uma infinidade de Harleys! hahaha Dentre elas, a Hidra Glide de Marlon Brandon em "O Selvagem" de 1950, a famosíssima FLH de Peter Fonda em "Easy Rider" de 1969 que virou ícone por causa da bandeira dos EUA e a icônica Fat Boy do Schwazenegger em "Exterminador do Futuro 2" de 1991.

Sim! Eu tenho uma foto na moto do Exterminador! ❤️  E foda-se que não dá pra ver a moto! Sou eu em cima dela e é o que importa. hahaha
Aqui abrimos um parênteses para uma estória que li aí pelas Interwebs cujas fontes não são confiáveis, mas que não pode deixar de ser contada. Diz a lenda que a Harley-Davidson estava perdendo mercado para as motos japonesas no fim da década de 80 e, para reconquistar o mercado, lançaram a Fat Boy. Até aí, tuuuuuudo bem... a moto tinha um visual bacana e a suspensão traseira oculta para imitar as choppers hardtail dos anos 60 e 70, mas o lance todo gira em torno da escolha do nome. Contam por aí que o nome foi escolhido por causa das bombas nucleares lançadas contra Hiroshima (que foi batizada de Little Boy) e contra Nagasaki (batizada de Fat Man) na Segunda Guerra Mundial. Bróder... se isso é verdade, é muita, mas muita mancada mesmo! A Harley nega a história e segue a vida, mas o fato é que a Fat Boy realmente desbancou qualquer outra coisa que tivesse no mercado americano na época!

Falar da moto do Exterminador do Futuro sem falar de Guns N Roses pode ser normal para qualquer pessoa nesse mundo que não seja eu. Quem me conhece (nem que seja só por aqui) sabe que sou super fã de GNR então não dá pra deixar passar uma oportunidade de bajular. hahaha. Junto com a Fat Boy, Schwazenneger também eternizou "You Could Be Mine" neste filme.


Voltando às Harleys famosas... Também achei a FXR 89 do Mickey Rourke em "Harley-Davidson & Malboro Man" de 1991, a Super Glide 86 do Bruce Willis (ou melhor... do Zed, mas Zed is dead) em "Pulp Fiction" de 1994, a Chopper do Nicolas Cage (Johnny Blaze) em "Motoqueiro Fantasma" de 2007, mais recente, a Panhead Custom (lindíssima, por sinal) de John Teller em "Sons of Anarchy" e, apesar de não ser da minha época, a super marcante Harley de Carlos Miranda, o Vigilante Rodoviário, que fez tanto sucesso na TV Tupy que fez o ator realmente ingressar na carreira militar!


Mas o mundo de motos vai além das Harley-Davidsons! E vou deixar a cereja do bolo (na minha humilde e insignificante opinião) para o final. Vamos agora falar das Japonesas. :)

Em filmes não achei nada ultra interessante sobre as motos japonesas, salvo pela Kawasaki Ninja 900 do Maverick (interpretado por Tom Cruise) em "Top Gun" de 1986, mas o Brasil tem histórias bacanas com duas motos japonesas peculiares: a Honda CB 750 Four e a Yamaha RD 350.

A Honda CB 750 Four ficou super famosa pelo seu apelido: 7Galo. Não vou encher vocês de detalhes técnicos da moto porque não é o meu forte e nem a intenção deste post. O legal mesmo é contar a História e o apelido desta moto veio de uma coisa bem conhecida dos brasileiros, o jogo do bicho. No jogo do bicho, 50 é o número do Galo e, por isso, a moto ficou conhecida como 7 Galo (7 + 50). Bacana, né?


Já a RD 350 tem uma história mais sombria. Conhecida como Viuva Negra a moto ficou famosa por matar muita, mas muita gente mesmo. Por ter motor dois tempos tinha pouco torque em baixa rotação (e quase nenhum freio motor), mas vinha com palhetas de torque (preciso estudar mais sobre isso) para contornar o problema. No final das contas, era uma moto forte demais e contava com donos imprudentes o que, com sorte, só deixava o condutor pra trás, mas, em grande parte das vezes, a família tinha que encerrar o dia com um funeral. Oops...

Saindo das japonesas e indo para o Velho Continente, soube que Steve McQueen exigiu que uma moto inglesa fosse usada no papel de moto alemã no filme "Fugindo do Inferno", de 1963, porque achava que as alemãs não dariam conta do recado nas cenas do filme. Por causa disso, em vez de uma bela BMW, uma Triumph Trophy TR6 61 foi usada para se passar de moto alemã roubada pelo protagonista do filme. Bem curioso. Anos depois, em 2005, a Triumph lançou o modelo Bonneville T100 em homenagem ao filme na cor verde fosco.

Agora.... a minha super preferida durante toda a pesquisa foi a Indian Scout 1920 de Burt Munro!


Burt Munro nasceu na Nova Zelândia e passou a vida se dedicando às motos e à velocidade! Na minha pesquisa encontrei o filme "The World's Fastest Indian" ("Desafiando Limites", em português), de 2005, onde Anthony Hopkins interpreta o maluco do Sr. Burt em sua jornada para conquistar o record mundial de velocidade em motos de até 1000 cc. Burt bateu o record em 1967, no deserto de Bonneville marcando 295km/h (em 2014 o filho de Burt conseguiu que o record fosse retificado para 296km/h). Sério! Super vale a pena assistir o filme! Super vale!

Eu também tinha pesquisado coisas sobre motoclubes, mas depois da minha experiência no site do Abutres e de ter conhecido o pessoal do Hells Angels no Anhembi vou me abster de comentários para não criar inimizades.

E não posso terminar antes de agradecer imensamente ao meu grande amigo Gabriel Marazzi que, gentilmente, forneceu parte do material para que eu preparasse a apresentação do AutoShow Collection e que agora faz parte deste post. :)

Espero que tenham gostado, Coisos! Até a próxima! MUAK!

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Bate-papo sobre a Mulher no Universo Masculino

Posted by Thais Roland on quarta-feira, setembro 14, 2016 in , , ,
E aí, Coisos? Como vocês estão?

Olha só! Quero convidar vocês pra virem aqui bater um papo e passar uma manhã agradável de domingo.

Pro povo que me segue no Blog e que eu não conheço pessoalmente, é a CHANCEEEE! ;)


Pra quem é de longe, vai rolar um ao vivo pela página do Coisa lá no Facebook, tá? fb.com/coisabook

Mas quem puder vir, apareça! Vai ser super legal! :D Só confirmem presença e me avisem quantas pessoas vão trazer com vocês, ok?

Beijokonas!

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Fusca funcionando com vapor de combustível - NÃO!!!

Posted by Thais Roland on sábado, setembro 10, 2016 in , , , , , , , , ,
Ok... tanta gente me marcou nesse vídeo (e continua marcando) que me sinto na obrigação de comentar.


Nessa vida o importante não é dinheiro, não é ter coisas, não é rezar... o importante é ter informação! Só assim o "serumaninho" evolui. Este caso não é diferente!

Esse vídeo tomou proporções assustadoras! Enquanto eram só alunos meus me marcando nele pra sacanear tava tudo bem, mas quando gente que ainda não entende bem começa a me marcar pedindo informações de como fazer, é preocupante! Então vamos esclarecer...

O Fusca (ou qualquer outro carro que trabalhe com motores parecidos) tem uma refrigeração mista. O que significa que não dependem apenas do ar para manter a temperatura do motor. No caso do Fusca ele também usa o óleo para essa função - e é por isso que tem um radiador de óleo no motor - e o combustível! SIM! Ele usa combustível para diminuir a temperatura do motor!

Para quem nunca viu o motor de um Fusca pode ficar confuso. Para quem já viu e reparou nas aletas faz sentido o lance da refrigeração a ar, mas para quem conhece o motor do Fusca aberto e para pra analisar percebe que tem partes ali onde o ar nunca chega e seria impossível diminuir a temperatura. Nas partes móveis tem óleo passando e ele ajuda na tarefa de arrefecimento, mas o que fazer para diminuir a temperatura das câmaras de combustão?

Combustível! Usar uma mistura rica, ou seja, mais combustível do que o necessário para a queima, é que faz essa função. Quando injetamos mais combustível no cilindro, parte dele queima, como esperado e o excedente lava as paredes do cilindro para diminuir a temperatura da câmara. Simples assim.

Então.... voltando ao vídeo estúpido.... SE (e é um grande "se") o vídeo é real e o cara não está usando nenhum outro recurso pra jogar gasolina no sistema, o motor pode até funcionar, mas andar com o carro nessas condições fundiria o motor em pouquíssimo tempo. Levando em conta que a retífica de um motor não é nada barata e que está cada vez mais difícil achar peças e bons profissionais que trabalhem com esses motores, fundir o pobre do Fusquinha por falta de informação não parece ser algo "que vale a pena tentar pra ver se funciona mesmo".

Uma boa leitura em materiais relativos à refrigeração destes motores já teria resolvido a inquietação do povo, ou então, uma boa olhada nas regulagens do carburador do Fusca e uma breve análise da proporção da mistura também esclareceria o "mistério".

Ou então....... e agora aproveito pra fazer o merchan..... Fazer um curso com a gente! hahaha. Neste mês, por exemplo, teremos um Workshop exatamente sobre os Fuscas! Pra quem ainda tem dúvidas sobre este ou outro detalhe do modelo, é só vir perguntar pra gente! Simples, né? ;)


Pronto! Agora que tenho a resposta pra esse absurdo pronta, tudo o que tenho a fazer é copiar o link pra este post nos comentários na próxima vez que me marcarem no vídeo ou perguntarem sobre. hahaha

Beijos procêis, Coisos! Até a próxima!

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Desabafando... e me defendendo ao mesmo tempo

Posted by Thais Roland on segunda-feira, agosto 29, 2016 in , , , ,
Fui acusada de traição pela segunda vez na minha vida. A primeira foi uma acusação vazia que terminou com o acusador se transformando em algum tipo de vidente (Não, não achei nada nas conversas, mas vi alguma coisa que ia acontecer!). É sempre engraçado lembrar disso... mas esse post é sobre a nova acusação. 

A primeira coisa interessante é que ela não veio de um namorado, mas sim de um empregador. Só isso eu acho que já valia algum tipo de prêmio pra mim! Duvido que tenha mais gente por aí cujo "patrão" tenha acusado de traição. Hahaha. Mas, pelo jeito, minha função nessa vida é inovar nos relacionamentos... todos eles. 

Só que dessa vez me peguei pensando a respeito... Será que foi isso mesmo? Será que fui injusta/infiel com a empresa? Devo ter gasto uns 10% da reserva da Cantareira analisando todo o relacionamento, desde o início até o término, durante um longo banho. 

Pensei no início, quando acreditei ter entrado num projeto bacana, com todo o potencial do mundo, mas com algumas rebarbas para aparar. Como todo início de relacionamento, estava empolgadíssima e determinada a fazer o mundo girar até pro outro lado se fosse preciso pra fazer aquilo tudo funcionar. 

Só pra explicar: eu tava dando aulas numa associação sem fins lucrativos. A ideia era preparar jovens carentes para o mercado de trabalho e como a associação não tinha incentivo nem do governo nem da iniciativa privada, o curso era pago por uma galera que tinha condições e o valor das mensalidades sustentava alguns alunos do projeto social em cada turma. (Coloco tudo isso no passado porque, no momento em que saí de lá, só via os cursos ficarem mais caros, mas não via a quantidade de alunos sociais aumentar… pelo contrário…)

Pois bem... quando entrei achei... peculiar... o fato de os alunos "carentes" chegarem na escola de carro e possuírem celulares melhores que os dos professores. Não percebia comprometimento deles com o curso ou com a associação e achei que podia ajudar a resolver aquilo. 

Trabalhei em um projeto parecido anos atrás que funcionava super bem. Ainda tenho contato com a pessoa responsável pela seleção dos alunos naquela época e então me ofereci para apresentá-lo à esta nova equipe para tentarmos melhorar a seleção da garotada. Recebi um sonoro "não se mete nisso" disfarçado de "ah, isso não adianta nada". Rãm... Achei estranho, mas fiquei quieta. Pensei: ah... tá certo, né? acabei de chegar e já to querendo meter o bedelho...

Deixei prá lá. 

Toquei o barco e comecei a fazer meu trabalho. Como tudo em que me envolvo, comecei a colocar tudo nos meus perfis das redes sociais. Montava minha aula e postava uma fotinha cheia de hashtags pra despertar o interesse da galera. Na minha cabeça, quanto mais alunos pagantes atraíssemos mais alunos sociais poderíamos ter em cada turma (ou meu valor de hora/aula poderia subir um tiquinho, né? Quem pode me condenar?) e funcionava. Sempre tinha bastante gente perguntando como fazia pra se inscrever no curso e talz. 

De repente: PAM! Levei uma bronca do dono da instituição por ter dito onde ela ficava. Ele não veio me falar. Mandou um recado dizendo que eu não podia divulgar onde a escola ficava. 

Rãm... Era pros alunos virem, mas eles não podiam saber para onde... Hummmmmm

Aqui sou obrigada a abrir um parênteses. É impressionante a quantidade de alunos que chegavam para o primeiro dia de aula e ficavam aliviados ao nos ver. Achavam que tinham sido vítimas de um golpe. Isso que ainda foram valentes e vieram! Hahaha. Fico imaginando quantos não acharam que era golpe e só deixaram prá lá. 

Prosseguindo... depois da patada do lance do endereço fiquei arisca, mas toquei o barco. 

Até que comecei a receber um monte de reclamações, tanto de alunos quanto de interessados no curso, dizendo que não conseguiam falar com a equipe da escola. Diziam que ninguém atendia o telefone e que os emails nunca eram respondidos. Respirei fundo e passei a reclamação para o dono da escola e ouvi: "isso é mentira"! Juro! Com essas exatas palavras. Ainda insisti que era estranho que tanta gente estivesse mentindo e que valia a pena dar uma monitorada na equipe de relacionamento pra ver se não tinha nada de errado. E então o dono me instruiu para que encaminhasse a próxima reclamação pra ele. Assim fiz. Quando outro aluno reclamou sobre a dificuldade em conversar com a escola encaminhei para o email do dono e.......... levei outro esporro! SIM! Mais uma vez, o dono me mandou um recado dizendo que eu o desrespeitei ao enviar um email diretamente para ele. 

Essa foi a conta. Aceitei que o dono da escola tinha um problema pessoal comigo e me limitei a continuar indo dar as minhas aulas da melhor forma possível e só! Nunca mais fiz nenhum tipo de divulgação e parei de tentar ajudar o pessoal a se comunicar com a escola (até porque quando eu ligava também não era atendida. Hahaha). 

Acho que esse foi o início do fim do relacionamento. Mas, ainda assim, não fui eu que terminei!

A associação começou a ter dificuldades em fechar turmas. No início eu dava aulas quase todas as noites da semana e aos sábados. De repente, dava umas 3 ou 4 aulas no mês, com sorte. 

Sempre fui de trabalhar muito e sempre tive mais de um emprego. Além disso, sempre que uma empresa deixava de usar meus serviços, eu partia pra outra... Principalmente quando trabalhava com consultoria. A vida era assim mesmo... Neste caso não era uma consultoria, mas eu também não era funcionária da empresa. Era apenas uma prestadora se serviços, então a lógica era a mesma: não tem serviço pra eu prestar aqui, vou prestar onde tem. 

E assim fiz. Os horários que me ficaram vagos pela falta de turmas na associação eu preenchi dando aulas em outro lugar. 

E foi aí que aconteceu!

Quando soube, estava sendo acusada de traição. "Ah! Ela traiu a gente e tá fazendo a mesma coisa que fazia aqui só que em outro lugar."

Rãm...

Eu sei lá... posso estar tentando só limpar minha própria barra ou posso ter uma ideia diferente de todo mundo de traição, mas juro que eu tava com a consciência extremamente tranquila até ouvir a acusação! Talvez principalmente porque não fui dar aula "em outro lugar", mas sim, dar aulas por conta própria! 

Como pode ser "traição" você ir buscar oportunidades que a empresa deixou de te dar?!?

Ou será que ele "previu" que eu iria para outro lugar, assim como o ex-namorado "previu" que eu ficaria com outro cara? Hahaha

Além de tudo, foi vacilo deles! Porque tudo o que eu to fazendo agora, inclusive as ações que partiram de ideias minhas, era pra estar acontecendo junto com eles, se eles não tivessem me tratado com tanta hostilidade! Então quem traiu quem? Eu traí eles ou eles se sabotaram sozinhos?

Muitos chamariam isso tudo de assédio moral, mas eu só deixei pra lá.

Sério! Tem que rir pra não chorar! Não bastasse os bailes do Amor, agora tenho que lidar com essas palhaçadas nos relacionamentos comerciais também? Hahaha

Por Freyia! Só acreditando em muitos deuses mesmo pra tolerar a vida. 

Se eu continuar o post vou ficar agressiva (ainda mais agora que to assistindo a série Vikings freneticamente) então é melhor encerrar e ir lá ler o post da CNV outra vez. 


Tudo o que eu queria era poder escrever um post bonitinho de novo por aqui, mas a vida não tá ajudando. Não tá!

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Eu e Damião de volta às páginas das revistas!

Pois é... Eu e o Filho do Demônio voltamos às bancas com todo o garbo e elegância que merecemos. hahaha


Desta vez estamos na revista VIP! :D Edição 377 de Agosto de 2016. Corram pras bancas que ela já está disponível!!! Ou pode ler AQUI

Importante ressaltar que estou vestida na revista, ok? hahaha. Nada de ensaios sensuais, nem ajustes de ponto de motor vestindo calcinha e sutiã! Mais uma vez, o foco é meu trabalho e minha paixão pelo Damien e, claro, mais uma vez, ele saiu muito melhor na foto do que eu. :)

Essa matéria faz nossa listinha de aparições nazmidia um pouquinho maior e, se vocês tiverem curiosidade, o resto tá aqui embaixo.

Beijos, Coisos!


Revista Epoca 801 - Como achar o trabalho da sua vida (leia aqui)


Auto Esporte - Admite-se (assista aqui)


Quatro Rodas - Mulher de Fases (leia aqui)


Flatout - Graxa com Perfume - Ela é dona e faz manutenção de seu próprio Ford Maverick (leia aqui)


Flatout - Thais Roland resolve os problemas do cabeçote do seu Ford Maverick (leia aqui)


Programa Sob Nova Direção (assista aqui)


Overtaking is Fun - Roland, Thais (leia aqui)


Globo Reporter - Trabalho com Prazer (assista aqui)


Feliz por Escolha - TCC de um grupo de faculdade (assista aqui)

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Workshop de Manutenção Preventiva para Mulheres

Posted by Thais Roland on quarta-feira, julho 20, 2016 in , , , , ,
Vamos faze mais um, povo! Agora vai rolar carro moderno também pra orientar a mulherada sobre como manter o possante em dia e não ter dor de cabeça mais tarde.

Como de costume, para maiores informações é só mandar um email pra ricardooppi@gmail.com e avisar as amigas. :D

Olha aí o videozinho de divulgação do evento! Beijokonas!



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Mas você tem que odiar carros modernos!

Posted by Thais Roland on terça-feira, julho 05, 2016 in , ,
Ai ai... é cada coisa que leio/ouço nessa minha vidinha que, às vezes, paro pra pensar duas vezes se é mesmo "melhor ouvir do que ser surdo".

Essa semana postei o vídeo de um motor moderno da Ford no meu Facebook. Achei interessante algumas inovações, como colocar variação no comando de escape também, a solução que deram para a bomba de óleo, a forma como inseriram a turbina dentro do coletor de admissão... construção muito bacana do motor, as equipes de engenharia mandaram muito bem. Só fiquei com preguiça de escrever essas coisas no post então apenas compartilhei o vídeo. Enfim...

Aí uma pessoa, que nem faz parte do meu grupo de amigos, veio me dizer no inbox que eu não devia postar coisas de carros modernos nas minhas redes sociais. Que se eu gosto de carros antigos então é de carros antigos que eu tenho que falar e não dessas "porcarias modernas".

Bem, isso não é incomum... gente querendo dizer o que eu devo ou não fazer. Por isso gosto tanto dessa tirinha:


Mas, até aí, a gente sabe que as pessoas não têm noção mesmo, e como estou num dia bom, resolvi explicar que eu gosto de mecânica, então gosto de tudo que se refere ao assunto, antigo, moderno, de carro, de avião, do que for... e que o fato de eu ter uma predileção por carros antigos não quer dizer que eu não saiba apreciar coisas legais que o pessoal faz hoje em dia, por exemplo, por mais que eu goste de motores a combustão, é impossível, pra mim, não admirar o Tesla, o carro elétrico mais rápido do mundo! Expliquei ainda que o mesmo acontece com design e mesmo que eu ache que os carros atuais têm a mesma cara, estou sempre aberta à possibilidade de avistar na rua um carro novo com um desenho bacana. Tudo pode acontecer...

Mas a intolerância é uma coisa linda e a pessoa retrucou com os argumentos mais sem sentido do universo, como já era de se esperar e... ganhou um lugarzinho na minha super seleta lista de usuários bloqueados. hahaha

Mas é uma pena de qualquer forma. É uma pena ver gente querendo, a todo custo, impor suas opiniões (gente assim não evolui) e é uma pena ver que o povo gosta mesmo de um fanatismo nessa vida!

Pra sorte desse indivíduo, está bloqueado no meu Facebook e não vai mais me ver cometer estas heresias. hahaha. Enquanto eu, prossigo na minha jornada pelo conhecimento, tanto das coisas que foram desenvolvidas há 200 anos, quanto das que ainda serão pensadas. :) Acho legal desse jeito.

Beijokas procêis!

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