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Movies that Rock!!!

Posted by Thais Roland on terça-feira, novembro 22, 2011 in , , ,
Tá... eu sei que meio que roubei o nome do post de alguma vinheta ou sei lá o que da KISS FM, mas to sem criatividade então vai ser assim mesmo. :)

O post de hoje é uma lista de recomendações, de filmes que eu já assisti e que falam sobre bandas de Rock and Roll.

O primeiro é The Wall. Clááááássico filme que conta a história de um rock star... assim... digamos... um pouco... como eu posso dizer?... bem... o moço tem problemas.... o que não tem naaaaaada a ver com o Roger Waters, né? hahaha (pros desatentos, essa afirmação foi bem irônica, ok? hehehe) O filme é demais e foi o primeiro filme relacionado aos meus ídolos do Rock que eu assisti em toda a minha vidinha. Então ele tem bastante significado emocional pra mim. ;) Recomendo demais!

O segundo é The Doors. Bem, este foi o segundo filme sobre bandas que eu assisti e confesso que fiquei com vontade de experimentar todas as drogas do mundo! Não acho que essa tenha sido a intenção de Oliver Stone mas sei que não sou a única pessoa que teve essa reação. hehehe. O filme conta alguns episódios importantes da carreira do The Doors e mostra alguns aspectos de cada um dos componentes da banda que são bem interessantes. Vale muito a pena também.

O terceiro é Tommy. Tommy é uma Ópera Rock e, mil perdões para os veteranos do rock que leem o meu blog, mas o filme é tão chato quanto o The Who... :/ Mas sei lá, né? Tem gente que curte e o filme fez um mega hiper ultra sucesso... Então acho que também vale a pena, no final das contas... ;)

Em quarto lugar vem Rock Star. Estrelado por Mark Wahlberg este filme conta uma parte da história do Judas Priest, que não autorizou o uso do nome da banda e, por isso, o filme fala da banda "Steel Dragons". Pra mim, a melhor parte do filme é quando eles colam a mobília do quarto do hotel todinha no teto! hahaha. Dizem que a galera do Judas fez mesmo isso! :D

Minha quinta sugestão é meio complicada... Não se deixem levar pelo modismo das atrizes do filme porque o filme vale mesmo muito a pena. The Runaways tem a fantástica Dakota Fanning interpretando Cherrie Currie e a completamente sem sal da Kristen Stewart fazendo o papel da gloriosa Joan Jett! Parece ridículo, mas até que ela não fez feio não. O filme é bem bacana e conta muito bem também a coisa toda do The Runaways e um pouco do que aconteceu com as garotas depois do fim da banda. Recomendadíssimo.


A sexta sugestão é mega depressiva e duvidosa mas eu, como fã de Nirvana, tive que assistir. Last Days conta como foram os últimos dias de Kurt Cobain até o momento do suicídio. O personagem do filme se chama Blake (como já era de se esperar para evitar problemas com a louca da Courtney Love) mas ele é o Kurt cuspido e escarrado. hahaha. De qualquer forma, a parte duvidosa é que aquele foi um período bem opaco na vida do cantor e ninguém sabe o que se passava dentro daquela cabeça loira... nem os amigos que estavam com ele na casa sabiam o que tava acontecendo exatamente... então o filme fica meio fictício demais, principalmente por ter várias passagens onde o Kurt aparece sozinho, pensando na vida... Mas é interessante.

E é isso! Acho que estes foram os mais marcantes na minha vidinha... agora, o que vocês podem fazer, é me sugerir uma listinha com outros filmes bacanas que contam histórias das bandas que a gente tanto ama! Meu cunhado eu sei que já vai ter uma lista enorme na ponta da língua! hehehe. Que tal uma contribuição?

Beijocas, povo! Boa sessão de cinema e até o próximo post!

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Espatifando carros

Posted by Thais Roland on segunda-feira, novembro 21, 2011 in , , ,
E aês, povo?

Hoje o assunto (e os vídeos) é para os amantes de carros que têm coração bem forte. Ver carros em salões, exposições e talz é fácil, mas eu queria ver alguém como eu num evento desse tipo:



Demolition Derby é um esporte automotivo típico de feiras estadunidenses. O treco é tão legal que acabou se espalhando pra outros lugares do mundo também e acabaram comuns na Europa mas aqui no Brasil eu não sei de nenhum lugar onde se pratique esse tipo de "corrida".

Na realidade não é uma corrida... o objetivo é só destruir carros mesmo, como o pessoal do Jackass fez bonito com um carro alugado. hehehe



Não sou do tipo de pessoa que se sente confortável vendo carros serem destroçados. Até porque, sempre tem algum carro no meio da bagunça toda que eu gosto bastante. Mas que é divertido é, vai... :)

Acho que eu toparia ir a um evento desse tipo. Fico imaginando o tamanho da diversão que deve ser pros caras que estão no volante!!!! É tipo aqueles carrinhos de bate-bate que a gente ia no parque de diversões, só que com carros de verdade! Pensa que legal!!!! :D



Anyway... qualquer dia desses ainda vou fazer coisas divertidas atrás do volante... até lá, o que me resta é escrever sobre elas. ;)

Beijocas, povo, e até o próximo post!

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GPS nerd

Posted by Thais Roland on quarta-feira, novembro 02, 2011 in , ,
Imagina o Mestre Yoda ou o Darth Vader himself te dando instruções de como chegar ao seu destino!

Pois é... dêem uma olhada nestes vídeos! São incríveis e eu PRECISO de um Tomtom com estas vozes! heauehuaheua





Beijos, galera, desculpem pelo post curtinho e pela ausência... uma hora isso passa. ;)

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Senai Casa Aberta

Posted by Thais Roland on quarta-feira, outubro 19, 2011 in ,
Galerinha,

Só pra avisar...

De 20 a 22 de outubro vai rolar o Senai Casa Aberta, onde o povarel todo que quer saber o que rola por lá pode visitar as unidades e xeretar em tudo.

São visitas guiadas com a intenção de apresentar os cursos, a estrutura e tudo mais das escolas pra quem tá interessado em estudar lá.

Portanto......... se te interessa, dá uma olhadinha no site deles pra ver o que cada unidade oferece e aproveita pra ir lá tirar suas dúvidas.

O site do Senai é esse aqui:

Portal Senai

e a matéria sobre o Senai Casa Aberta tá aqui:

Senai Casa Aberta

Beijocas e até a próxima.

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Meninas que Detonam - Patricia Peck

Posted by Thais Roland on terça-feira, outubro 18, 2011 in , ,
E olha só no que eu fui acabar dando continuidade em super alto estilo!

Depois de assistir uma palestra da renomada advogada Patricia Peck, acabei descolando uma entrevista pra seqüência do Meninas que Detonam. E essa detona animal!

Um super obrigada pra Patricia que foi mega gentil em conceder a entrevista e um brigadão também pra Paula que intermediou a coisa toda. ;)

Sem mais delongas, dêem uma checada no que a moça tem pra falar. ;)

Beijocas!


Perfil

Nome: Patricia Peck Pinheiro
Idade: 36 anos
Humor: sempre bem humorada
Naturalidade: Rio de Janeiro/Brasil
Formação: Direito - USP
Emprego atual: Sócia-fundadora do Patricia Peck Pinheiro Advogados, Patricia Peck Pinheiro Treinamentos e idealizadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet
Hobbies: Escrever, viajar, tomar vinhos e frequentar clubes de charuto e Jazz
Twitter: @patriciapeckadv


Entrevista

CMN: Patrícia, você é uma das advogadas mais importantes na área de Tecnologia da Informação. Como se interessou por essa área?

Patricia Peck Pinheiro: Minha carreira começou precocemente aos 13 anos de idade quando entrei em contato com o mundo da tecnologia. Filha de aeroviários (minha mãe era comissária e meu pai piloto da Varig), passava muito tempo sozinha com meus irmão, por conta das viagens deles. A saída encontrada por eles, muitas vezes, era nos entreter dentro de casa com equipamentos de última geração trazidos do exterior. Minha casa era como a do desenho animado Família Jetsons. Coisas que hoje são comuns para nós, na época eram consideradas verdadeiros tesouros modernos. Fomos a primeira família do meu bairro, por exemplo, a ter o precursor do Atari, computador, além de microondas, filmadora, telefone sem fio, entre outras máquinas. O ambiente favoreceu e me interessei sobre como funcionavam aqueles brinquedinhos modernos. Foi aí que pedi para minha mãe um presente bem diferente para a minha faixa etária na ocasião, a assinatura da revista Info Exame. Montei uma rede de contato digital, via BBS, em que trocava informações com colegas e também criava jogos de entretenimento para a comunidade. Em seguida, criei um site chamado Urbanóides, também via BBS, onde colocava à disposição todas as novidades tecnológicas que estavam chegando no Brasil. Também sempre gostei muito de escrever. Ganhei concursos literários na infância e na adolescência (prêmio Pau Brasil de literatura pela USP-Largo São Francisco e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro) e por conta deste dom, acabei escolhendo o Direito como profissão. Aos 18 anos ingressei no Largo São Francisco - USP e já naquela época assistia às aulas munida de um laptop. Depois da graduação, me especializei em negócios pela Harvard Business School, fiz MBA em marketing pela Madia Marketing School, com capacitação em inteligência e contra-inteligência pela Escola de Inteligência do Exército e Gestão de Riscos pela Fundação Dom Cabral. Sou autora do livro “Direito Digital” e co-autora do audiolivro e do pocket book "Direito Digital no Dia-a-Dia", “Eleições Digitais – a nova lei eleitoral na Internet” e “Direito Digital Corporativo”, todos pela Editora Saraiva, além de participação nos livros "Direito e Internet II", "e-Dicas" e "Internet Legal". Possuo experiência internacional nos EUA, Portugal, Coréia. Fui condecorada com a Medalha de Pacificador, pelo Estado Maior do Exército, em 2009, e ganhei os prêmios “A Nata dos Profissionais de Segurança da Informação”, edições 2006 e 2008, e “Excelência Acadêmica – Melhor Docente”, pela FIT-Impacta São Paulo. Ministro aulas em diversas universidades como Fundação Getúlio Vargas – SP, na AASP, SENAC-SP, FATEC-SP, Veris (IBTA-IBMEC), além de possuir uma empresa própria de treinamentos que já capacitou mais de 20 mil profissionais no Brasil. Sou fundadora do Instituto ISTART, de responsabilidade social digital, que conduz o “Movimento Criança Mais Segura na Internet”, para formação de professores, pais e alunos no uso ético, seguro e legal da Internet e Novas Tecnologias.

CMN: Pensou em ter alguma outra profissão que não envolvesse a advocacia ou a tecnologia?

Patricia Peck Pinheiro: Sempre gostei muito de escrever. Ganhei concursos literários na infância e na adolescência (Prêmio Pau Brasil de literatura pela USP-Largo São Francisco e Prêmio de Crônica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro). Por conta disso, se não fosse advogada teria seguido carreira de escritora, mas acabei juntando tudo, a tecnologia, o direito e escrever.

CMN: A advocacia não é mais (há muito tempo) uma área predominantemente masculina, mas o campo da Tecnologia da Informação ainda é bastante masculino e machista. Você já sentiu algum tipo de preconceito ou resistência de companheiros de trabalho ou clientes?

Patricia Peck Pinheiro: No início sim, mas sempre fui muito estudiosa, o que ajudou a mostrar que eu tinha conteúdo, conhecimento e isso quebra o preconceito em questão de 5 minutos, basta mostrar serviço, aí o que seria um ponto negativo (ser mulher) virava um diferencial (“nossa, uma mulher advogada que entende de tecnologia”). Transformar preconceito em admiração me ajudou muito, passei a ter bastante recomendação de trabalho pela confiança do resultado que eu era capaz de gerar. Confesso que até hoje há quem se surpreenda com a minha idade, de achar que sou muito nova para já ter tanta história para contar, e é verdade, comecei bem cedo.

CMN: Seus programas para a educação com relação à importância da segurança da informação são uma iniciativa muito interessante. De onde surgiu a idéia?

Patricia Peck Pinheiro: Tive a ideia exatamente por conta do número de pedidos vindos de executivos e de empresas por palestras e cursos ministrados por mim para sanar problemas internos e também para prevenção de incidentes digitais. Além disso, vejo diariamente uma série de lacunas na formação dos profissionais que estão no mercado. Acredito muito no poder de se compartilhar conhecimento, no quanto isso dá retorno para todos os envolvidos. Estamos na Era da Informação! Por eu falar de forma simples, didática, com muitos exemplos (contando casos) passou a ser grande a demanda por palestras não apenas para públicos corporativos, mas para Universidades, Escolas, pais, alunos. A prevenção aos riscos digitais se passa com certeza pela educação, na conscientização do usuário.

CMN: As crianças parecem ser sua maior preocupação quando se trata de educação digital. Você acha que a restrição do acesso das crianças a certos conteúdos da Internet é o recurso mais eficiente para sua proteção?

Patricia Peck Pinheiro: Não concordo com a restrição a conteúdos. Acredito que o caminho não é proibir, mas orientar e supervisionar o uso das ferramentas digitais. Claro que há conteúdos ou sites ou redes sociais mais adequados conforme a idade da criança e cabe aos pais verificar e decidir sobre isso. Os pais precisam saber mais sobre a vida digital de seus filhos, serem mais presentes e participativos, perguntar para o filho “como foi seu dia na rua digital”, que tipo de sites acessou, com que amigos virtuais falou, qual foi o conteúdo mais legal discutido na rede social. Não temos mais que buscar ter controle, temos que ter informação, educar na prevenção, vigiar e agir rapidamente em caso de incidente. Por isso é recomendável o uso de um software de controle parental instalado na máquina para saber o que a criança anda vendo na web, sentar-se com o filho ao computador e dialogar com ele, comentar casos, perguntar que postura ou opinião ele teria sobre situações como cyberbullying, assédio digital, marcar encontro com amigo virtual, uso de imagem, uso de conteúdos, como ele tem feito dever de casa e como deve citar as referências para evitar plágio, que ele não deve compartilhar senha dele nem por prova de amizade, nem de amor, ou seja, como está a conduta dele online. Se os pais não provocam o assunto, não perguntam, o silêncio é o que impera, e fica parecendo que não há problemas, até ocorrer algo grave. Tem que interagir.

CMN: Quais são seus planos como advogada e com relação às suas iniciativas sociais de educação digital?

Patricia Peck Pinheiro: Sempre tive um lado empreendedor muito forte, quero continuar a produzir e compartilhar conhecimento sobre Direito Digital e sobre Educação dos jovens nesta nova era, se possível, fazer crescer o Movimento da Criança Mais Segura na Internet até que vire matéria obrigatória em toda sala de aula de escola pública ou particular no Brasil. Inovar com qualidade e atender as novas necessidades da Sociedade são meus objetivos, em especial, continuar a escrever e a dar palestras que me dão grande satisfação, pois consigo chegar mais perto das pessoas, participar e contribuir com suas vidas diretamente. Acredito em uma advocacia mais comprometida com responsabilidade social e sustentabilidade.


CMN: Alguma consideração final?

Patricia Peck Pinheiro: Espero que o assunto continue sendo de interesse de todos e quem precisar conhecer ou saber mais pode ter um contato direto comigo nas redes sociais: twitter: @patriciapeckadv

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Como andam as coisas

Posted by Thais Roland on quarta-feira, outubro 12, 2011 in ,
Opa! Olha eu aqui outra vez! Um post por mês é justo, né?

Hahahaha... ok ok ok.. podem me xingar a vontade. Mas eu ando sem tempo... então, vivam com isso. ;)

De qualquer forma, eu tinha que dar um status de como estão as coisas no curso do Senai, né? :)

Estão ÓTIMAS! O curso tá incrível, as aulas na oficina estão demais (principalmente as do psor Borodai e do psor Leandro) e eu to aprendendo muita coisa mesmo!

Imagino que o curso esteja bem básico pro povo que já conhece alguma coisa de mecânica, mas pra mim está perfeito! To aprendendo um monte de coisas interessantes e entendendo como cada parte do carro funciona. Aí a gente vai pra oficina e vê as coisas, desmonta, mede, testa, monta tudo de volta....... beeeem legal!

O próximo passo é arrumar um estágio na área. Quinta-feira eu vou tentar chegar em tempo pra falar com o pessoal da Codema (concessionária da Scania) que vai pro Senai selecionar uma galera pra fazer estágio com eles. Mesmo se não conseguir (chegar em tempo ou uma vaga com eles) já começarei a procurar alguma coisa pra começar logo em janeiro.

Logo logo estarei trabalhando de macacão, toda suja e feliz da vida! :D

Pra deixa-los com um gostinho do que anda acontecendo no curso, fizemos uma aula com o Borodai para abrir um alternador, testar algumas coisas nele e montar de volta. Rolou mais ou menos assim:



O som do vídeo tá horrível, mas o legal é que tem um monte de gente mexendo no treco de uma vez, que é bem como rola na oficina mesmo. hahaha

E pronto... volto em breve. ;) Beijocas procêis.

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Memórias de uma formiga

Posted by Thais Roland on segunda-feira, setembro 12, 2011 in , ,
Oi! Meu nome é Thais e eu sou viciada em açúcar.

Na verdade, como diz o meu amigo Diogenes, eu sou viciada em vícios. Hahaha! Mas acho que o açúcar é um dos mais marcantes.

Durante muito tempo, nem água pura eu não tomava! Tinha que ter uma colherinha de açúcar pra dar aquele gostinho bom que a água simplesmente não tem. :) Mas não é só isso... tenho um longo histórico de assalto à recipientes com coisas doces desde criança, quando dava colheradas dentro da lata de leite ninho e fugia com aquela bolotinha doce toda grudada no céu da boca ou quando atacava o frasco de Biotônico, que minha mãe preparava com um monte de tralhas e leite condensado.

Essas lembranças todas começaram ontem, depois que lembramos (eu e minha mãe) no carro de quando eu passei mal a noite toda após uma perversão chocolatística numa páscoa qualquer. :) Eu e meu pai comemos tanto chocolate de uma só vez que passamos a noite tooooooda vomitando as tripas enquanto minha mãe cuidava dos dois desajustados.

Qualquer pessoa normal pararia de comer chocolate pra sempre - em geral, as pessoas nunca mais voltam a comer alguma coisa que as faz passar mal - mas eu não... no dia seguinte já estava comendo uma barrinha outra vez pra "me recuperar da noite mal dormida". hahaha

Mas a coisa não pára por aí não... na época do colegial eu só comia pão com manteiga e açucar no café da manhã, religiosamente, assim que chegava na escola e, anos mais tarde, quando já morava sozinha, comia aquelas bolinhas que se formam no açucar quando esquecia de comprar coisinhas doces no mercado.

O cúmulo da loucura foi quando um batalhão de formigas invadiram meu apartamento em São José dos Campos e começaram a carregar, sabe deus pra onde, todo o meu açúcar pra longe de mim. Não tive dúvida! Enfiava a colher no pote pra colocar o açucar no café e engolia todas as formigas que vinham na colherada! Elas comiam o meu açúcar, eu comia elas... Achei justo.

Nos últimos dois meses emagreci sofridos 8kg! Fiz um esforço sobrehumano (ou, pelo menos, sobreThaisístico) e diminuí drasticamente o consumo de açúcar (inclusive de chocolate) neste período. Achei que ia morrer, mas devo confessar que fiquei bem satisfeita com o resultado final. ;)

Agora que só preciso manter o meu peso, me dei ao luxo de fazer um belo brigadeiro, com chocolate Godiva, que meu marido tinha me dado e eu ainda nem tinha aberto, e saborear como se fosse o primeiro brigadeiro que já comi na minha vida. Hummmmmm..... vou dizer pra vocês.... senti a brisa do paraíso no meu rosto enquanto espremia a colheradinha de brigadeiro contra o céu da boca, de olhos fechados! Amor puro! Ai ai!

Olha aqui a carinha do brigadeiro (só pra fazer vontade mesmo. heuaheuaheauhe)

Pra fechar o devaneio açucarado, deixo pra vocês a receita do sanduiche que eu mais comia quando era solteira e morava sozinha:
- Pão de forma - Manteiga - Queijo branco - Banana Passar a manteiga nas duas fatias de pão, cortar a banana na metade e acomodar as metades dentro do pão, cobrir com uma fatia de queijo branco, esquentar na sanduicheira até o pão ficar douradinho e saborear acompanhado de uma Coca-Cola bem geladinha. :)

Pronto. Agora podem ir lá comprar uma barrinha de chocolate e voltar aos seus afazeres. ;)

Beijocas e até o próximo post! Adoro vocês! :D

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